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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

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Influências geeks por toda parte


  Essa semana enquanto dava voltas pelos blogs, e gastava um pouco de tempo atualizando minhas redes de organização, observei que a galera fã de Star Wars andava comentando sobre um video com atores famosos interpretando frases históricas da série de filmes. Confesso que só dei importância e assisti o video a pouco quando vi ele num po
  Gostei muito do video, ainda mais por ser para uma boa causa fazendo parte da campanha dst.e conscientização do Stand Up To Cancer, e sem contar tambem as interpretações memoráveis da Emma Stone como Princess Leia e tambem imitando o almirante Ackbar com sua famosa frase "It's a trap!", ri muito mesmo.



  Ainda essa semana, enquanto eu organizava parte da playlist que vai rolar na Eternal Party - Halloween, andei procurando alguns títulos e músicas que fazem a gente relembrar da infância/adolescência (isso para o publico da festa seria entre anos 90 e 2000). Uma música em especial me chamou a atenção, primeiro por ser uma das minhas preferidas da epoca em que eu só tinha o radio para me distrair em 2004, e também por que reparando bem no clipe da música você consegue encontrar muitas referências: Todo o cenário, as motos e alguns estilos de roupas são de Tron!! Um Donkey Kong de terno é o segurança da balada (aquele Donkey Kong vilão do Atari, hehe), um outro personagem de jogo também aparece, mas não consegui identificar.
  Bom, para um clipe de dance/eletro de 2004 "From Paris to Berlin" da banda Infernal possui uma direção de arte visionária comparando com outros clipes do genero na epoca. Aliás, a maioria dos clipes da banda são cheios de referências a diversas outras coisas, eles até abusam algumas vezes usando acordes de músicas famosas misturadas com as deles, isso sem mencionar alguns covers que ficaram otimos. A conotação erótica no clipe é altissima, mas a música é sonoramente divertida e tem o refrão mais grudento que eu já ouvi.
"From paris to berlin,
And every disco i get in,
My heart is pumping for love,
Pumping for love!"



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sexta-feira, 23 de outubro de 2009

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NANA


 Hoje, um dos meus assuntos preferidos: Cinema
 Decidi falar de um filme de cada vez, fica muito mais fácil explicar os gêneros assim.
 Enquanto escolhia qual o melhor filme para falar aqui primeiro comecei a ouvir uma musica que me lembrou um especifico.


NANA:
 NANA conta a historia de Nana Oosaki (Mika Nakashima) é uma cantora de rock que parte para Tóquio para tentar recomeçar a vida após o término de um relacionamento. É uma garota forte que mostra independência e vontade de vencer na vida. Já Nana “Hachi” Komatsu (Aoi Miyazaki 1º filme, e Yui Ichikawa no 2º) é uma garota meiga e desajeitada que se muda para Tóquio para viver perto de seu namorado e mostrar que não é uma qualquer recém-saída da adolescência. As duas têm o mesmo nome e a mesma idade. Também por coincidência visitam, no mesmo dia e à mesma hora, um apartamento para alugar, o número 707 (em japonês, “Nana” significa “Sete”). Para evitar confusões, resolvem dividí-lo e viver juntas, começando aí, uma grande história de amizade e conflitos.



- Esse é um daqueles filmes que contem de tudo um pouco, desde comédia até um drama tão amarrado que se torna impossível não se emocionar. Apesar de a primeira vista não parecer nada disso (até pra mim antes de assistir), ele agrada muitos que apreciam um bom filme, de verdade.
 Falando sério? Não acho a atuação oriental em geral muito boa, filmes, novelas e séries de lá. Mas adoro assistir mesmo assim, é algo com o que já estou acostumado até, e digo: NANA não é um filme que se encaixa nesse caso de má atuação ou atuação expressiva demais, que é característica deles. E isso é muito bom (eu acho) para os que não estão acostumados.
 A primeira vez que eu vi NANA achei que era uma produção muito boa, e sim foi, investiram pesado para que tudo saísse perfeito mesmo, as roupas iguaizinhas as do mangá desenhadas pela Ai Yazawa, as musicas que são exclusivas do filme (diferentes das do anime) até os cenários onde se passaram algumas cenas, fantásticos. Mas na verdade o que mais me surpreendeu foi a escolha de personagens, Mika Nakashima como Nana ficou mais do que perfeita, vi nela a Nana que eu tanto gostava nos mangás e no anime, também gostei da Hachi (a do 1º filme só) a  Aoi Miyazaki e da Yuna Ito como Reira. O fato de metade do elenco já estar num cenário “musical” contribuiu muito a meu ver, a Mika e a Yuna cantam muito mesmo, e interpretando as duas vocalistas da historia ficaram perfeitas também.
 Alguns atores mudaram de um filme para o outro e foi meio difícil de associar (ainda mais para mim que assisti os dois seguidos), mas nada que conseguiu afetar a historia, tanto o 1º quanto o 2º são fieis a historia, divertem e emocionam igualmente.


 Por fim então, assistam ao filme, o anime e leiam o mangá (acho que nem teve um fim ainda), tanto a historia quanto os personagens são muito bem trabalhados e acho que é o que torna NANA, uma historia tão normal sem grandes acréscimos, tão perfeito e apaixonante, esse já está recomendadissimo!




NOTA:  8  [só não foi 10 por causa da mudança de atores dos filmes]


terça-feira, 29 de setembro de 2009

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Cine Magia



  Tem quem ainda pergunte “Mas qual a graça de gostar tanto de cinema?” duvidando do que um bom filme seria capaz de fazer a si mesmo se apreciado.
  Há quem duvide da “magia” do cinema, e do que em poucas horas (que gastaríamos no ócio) ele pode oferecer, as vezes chegando a ser um ódio mortal de vê-los.
  Claro que para outros cinema é uma das maiores expressões de arte (no meu caso a segunda maior, só perdendo para o teatro, que é transcendente) e há quem procure um filme só por diversão ou matar o tempo, é claro.

   Filmes quando “apreciados” tem como função, indiretamente, nos completar, propor algo, uma situação que talvez nunca vivêssemos em nosso dia-a-dia, os “sentimentos” que não possuímos é o que nos leva a assistir-los a procura de um romance, tristeza, algo divertido, enfim problemas que as personagens desenvolvem e resolvem na tela, somos os personagens também por alguns minutos e sentimos junto o que se passa, mas claro que agradecemos por não serem nossos todos esses dilemas.
   Viajamos a outros países, mundos e eras, assim como um livro, só que muito mais dinâmico é claro.

  Quem nunca sonhou em ser um pirata do Caribe, um arqueólogo famoso que enfrenta perigos, ou até mesmo parte de um casal apaixonado que luta pelo amor. Pequenas coisas que fazem do cinema uma arte, a arte milenar de contar histórias e emocionar os ouvintes.

  E não esqueça: “Não há filmes ruins” somente há filmes mal feitos, ou por vezes mal interpretados (pelos atores, ou pelos espectadores). Acima de qualquer outra coisa, quando estiver assistindo um filme, procure o sentido da historia, e o que ela acrescentará a sua própria vida, o que o faz se identificar com certos personagens e gostar deles.


  O caminho de um ‘cinéfilo’ é longo (e acho que já estou na metade), prometo trazer mais sobre essa arte que encanta e ensina, mas isso em posts futuros é claro, fico feliz se conseguir passar um pouco do que eu  sei ao longo dessa caminhada. Até Breve.


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